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Depois de escolheres o teu broker e comprares o teu primeiro ETF, surge a pergunta que assusta qualquer investidor português: "Como é que eu declaro isto ao Estado?"
A fiscalidade é, muitas vezes, o custo mais elevado de um investimento. Em Portugal, a regra geral é a taxa de 28% sobre as mais-valias, mas existem nuances — como o englobamento e os benefícios de longo prazo — que podem reduzir drasticamente o imposto que pagas.
Por defeito, o Estado português aplica uma taxa autónoma de 28% sobre os teus lucros (mais-valias).
O englobamento significa somar os teus lucros de investimentos ao teu salário para seres tributado de acordo com os escalões de IRS.
Como vimos nos artigos anteriores, os ETFs de acumulação reinvestem os dividendos automaticamente.
Este é o ponto onde a maioria dos erros acontece:
A fiscalidade não deve ser um entrave ao teu investimento, mas sim uma parte da tua estratégia. Um investidor literado não olha apenas para a rentabilidade bruta, mas para quanto sobra no bolso depois de impostos.
O teu caminho termina aqui? Não. A literacia financeira é um músculo. Continua a ler, a ajustar a tua estratégia e, acima de tudo, a manter a consistência. O tempo é o único recurso que não podes recuperar.
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